Profissionais de saúde aderem à greve no Espírito Santo e em Vitória em busca de melhores condições salariais
A greve nacional do setor de saúde chegou ao estado do Espírito Santo e à cidade de Vitória, com profissionais da área exigindo melhores condições salariais. Iniciada na segunda-feira (03), a paralisação já afeta cerca de metade dos serviços prestados nos centros de saúde e hospitais estaduais.
A decisão de entrar em greve foi tomada durante uma reunião do Sindicato de Enfermeiros (Sindienfermeiros-ES), devido às preocupações relacionadas ao salário mínimo, que trazem incertezas quanto ao futuro da profissão. A greve conta com a participação de enfermeiros municipais, estaduais, privados e também das Organizações Sociais de Saúde (OSS).
Durante o período de greve, as enfermeiras reduzirão pela metade os serviços prestados. Além disso, caso duas enfermeiras optem por aderir à paralisação, ambas cessarão suas atividades. Somente casos urgentes e emergenciais receberão atendimento.
Destaca-se os serviços que estarão disponíveis durante a greve, que incluem imunização para crianças entre 2 e 6 anos, atendimento a pessoas vulneráveis, cuidados com mulheres grávidas, além do acolhimento de pacientes com mal-estar e casos urgentes e emergenciais.
O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES) divulgou seu apoio aos profissionais da área no estado. O conselho reconhece que a greve é um direito garantido pela legislação trabalhista, respaldada também pelo Código de Ética para Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/17). O objetivo do Coren-ES é eliminar os históricos salários baixos na profissão, buscando estabelecer condições dignas de vida e trabalho para um maior número de profissionais de saúde no país.
Para obter mais informações sobre a situação, o jornal Folha Vitória entrou em contato com a Secretaria de Saúde da cidade de Vitória, a Secretaria de Saúde do Estado do Espírito Santo e os principais hospitais privados. O artigo será atualizado assim que novas informações forem divulgadas.
A Secretaria de Saúde (Sesa) do estado informou, por meio de comunicado, que só poderá se manifestar sobre o assunto após o Supremo Tribunal Federal (STF) publicar um resumo da decisão que irá orientar as providências relacionadas ao cumprimento do salário mínimo para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem.
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| Profissionais da área de saúde no estado do Espírito Santo e na cidade de Vitória aderiram à greve nacional do setor em busca de melhores condições salariais. A paralisação teve início na segunda-feira (03) e já afeta cerca de metade dos serviços prestados nos centros de saúde e hospitais estaduais. |
| A decisão de entrar em greve foi tomada em uma reunião do Sindicato de Enfermeiros (Sindienfermeiros-ES) devido às diversas preocupações relacionadas ao salário mínimo, o que traz incertezas quanto ao futuro da profissão. A greve conta com a participação de enfermeiros municipais, estaduais, privados e também das Organizações Sociais de Saúde (OSS). |
| Durante o período de greve, as enfermeiras irão reduzir pela metade os serviços que prestam. Além disso, caso duas enfermeiras optem por aderir à paralisação, ambas cessarão suas atividades. Apenas casos urgentes e emergenciais receberão atendimento. |
| Um destaque é dado aos serviços que estão inclusos nesses 50% disponíveis durante a greve. Entre eles, estão imunização para crianças entre 2 e 6 anos, atendimento a pessoas vulneráveis, cuidados com mulheres grávidas, além do acolhimento de pacientes com mal-estar e casos urgentes e emergenciais. |
| O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES) divulgou sua posição em apoio aos profissionais dessa área no estado. O conselho entende que a greve é um direito assegurado pela legislação trabalhista e também é respaldada pelo Código de Ética para Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/17). |
| Para obter mais informações sobre a situação, o jornal Folha Vitória entrou em contato com a Secretaria de Saúde da cidade de Vitória, a Secretaria de Saúde do Estado do Espírito Santo e os principais hospitais privados. O artigo será atualizado assim que novas informações forem divulgadas. |
| A Secretaria de Saúde (Sesa) do estado informou, por meio de comunicado, que só poderá se manifestar sobre o assunto após o Supremo Tribunal Federal (STF) publicar um resumo da decisão que irá orientar as providências relacionadas ao cumprimento do salário mínimo para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. |
Com informações do site Folha Vitória.